Qual tipo de tendinite aposenta e o que fazer se o benefício for negado?
Sentir uma dor constante ao carregar as compras do mercado, ao segurar o filho no colo ou até mesmo ao realizar tarefas simples no computador é a realidade exaustiva de muitos brasileiros.
Quando a inflamação deixa de ser um incômodo passageiro e passa a impedir você de exercer sua profissão e cuidar da sua casa, surge a dúvida: qual tipo de tendinite aposenta?
Neste conteúdo, vamos explicar de forma clara como o INSS avalia essa condição e o que você deve fazer para garantir seus direitos quando a dor se torna um obstáculo insuperável. Acompanhe!
Quando a tendinite aposenta?
Muitas pessoas buscam saber exatamente qual tipo de tendinite aposenta, mas a verdade é que o INSS não foca apenas no diagnóstico em si, mas na incapacidade que ele gera.
A tendinite é uma inflamação dos tendões que pode atingir diversas partes do corpo.
Os tipos mais comuns que costumam levar ao afastamento ou aposentadoria são:
- Tendinite no ombro (manguito rotador): Muito comum em quem faz movimentos repetitivos ou carrega peso.
- Tendinite no pulso e mãos (Tenossinovite): Frequente em quem trabalha com digitação ou serviços manuais intensos.
- Epicondilite (cotovelo): Afeta quem realiza esforços constantes de tração com os braços.
Para que qualquer um desses tipos dê direito à aposentadoria por incapacidade permanente (antiga aposentadoria por invalidez), a doença deve ser crônica e irreversível, ou seja, quando todos os tratamentos (fisioterapia, remédios e cirurgias) já foram tentados e a pessoa ainda assim não consegue voltar ao trabalho.
Como funciona a perícia do INSS para tendinite
A perícia médica é o momento que mais causa frio na barriga.
O segredo para enfrentar essa etapa é entender que o médico do INSS não avalia apenas a dor, mas as provas da sua limitação.
Para ter sucesso, você precisa apresentar:
- Laudos Médicos Detalhados: O documento deve dizer claramente qual a sua limitação (ex: “paciente não consegue elevar o braço acima de 90 graus”).
- Exames de Imagem: Ressonâncias, ultrassonografias e eletroneuromiografias atualizadas.
- Histórico de Tratamento: Receitas de medicamentos, comprovantes de sessões de fisioterapia e relatórios de afastamentos anteriores.
Dica de ouro: Na perícia, não tente “ser forte”. Relate com sinceridade as dificuldades do seu dia a dia.
Como entrar com o pedido de aposentadoria por tendinite
Hoje em dia, você não precisa mais sair de casa e enfrentar longas filas para dar início ao seu processo.
O pedido de benefício pode ser feito de forma totalmente online, através do site ou do aplicativo Meu INSS.
Por lá, você envia sua documentação, agenda sua perícia e acompanha o andamento do pedido na palma da sua mão.
No entanto, é aqui que muitas pessoas acabam cometendo erros fatais que levam ao indeferimento.
Embora o sistema seja digital e pareça simples, o INSS é extremamente rigoroso com a organização dos documentos e os termos usados nos laudos.
Por isso, entrar com o pedido com a ajuda de um advogado especializado aumenta drasticamente as suas chances de aprovação.
O advogado não apenas faz o protocolo para você, mas realiza uma auditoria em toda a sua documentação antes do envio, garantindo que o perito receba exatamente o que precisa para comprovar a sua incapacidade.
Com um profissional ao seu lado, você evita erros bobos no preenchimento e já prepara o terreno para uma vitória mais rápida e segura.
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O que fazer se o INSS negar o benefício
É comum o INSS negar o benefício para quem sofre de tendinite, alegando que a pessoa ainda “pode trabalhar”. Se isso acontecer com você, não perca as esperanças. Existem dois caminhos:
- Recurso Administrativo: Você contesta a decisão dentro do próprio INSS. É um caminho gratuito, mas que costuma demorar e, muitas vezes, mantém a negativa.
- Ação Judicial: É o caminho mais eficaz. Na justiça, você será avaliado por um perito especialista (geralmente um ortopedista), que tem um olhar muito mais atento e humano sobre as limitações reais da tendinite no seu cotidiano do que o clínico geral do INSS.
Papel do advogado para garantir que os seus direitos sejam garantidos
Lidar com a burocracia do INSS enquanto se convive com dores crônicas é desgastante.
O papel do advogado especializado é tirar esse peso das suas costas.
O profissional vai analisar se seus laudos estão corretos, identificar se a sua tendinite é uma doença ocupacional (causada ou agravada pelo trabalho) e lutar para que você receba todos os valores atrasados desde o dia em que o benefício foi negado indevidamente.
O advogado garante que sua voz seja ouvida e que a sua dignidade seja respeitada.
Nós sabemos o quanto é difícil equilibrar a rotina de cuidados com a família enquanto se luta contra uma dor que limita seus movimentos e tira suas noites de sono.
Nosso escritório auxilia de forma humanizada e ágil pessoas a garantirem seus benefícios previdenciários com profissionais especializados.
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